segunda-feira, março 12, 2007

Dois anos de Governo Socialista(5) -as partes boas

Peço desculpa por um céptico, mas também sei que os resultados demoram a atingir. Mas por outro lado o tempo escasseia a este governo e os resultados são escassos. A determinação, bem, acho que não há qualquer dúvida que esta existe, que o espírito reformista está lá, nem que seja em áreas que não precisam, tal é a ânsia de intervir.
Por outro lado o défice foi reduzido, à custa da subida dos impostos é verdade, mas é um importante sinal, principalmente para os investidores internacionais. Pena é que a descida do défice tenha sido acompanhada pelo aumento da dívida pública, é um mal que bem se pode afastar.
Ora o programa Simplex, esse sim tem sido uma boa iniciativa, mas , e tal como todos os "planos" que este governo tem a presentado, está atrasado, e muito. Mas a "empresa 24", a entrega de IRS pela internet, o cartão único (problemas de centralização à parte), a notificação judicial na internet, a maior eficácia fiscal através do cruzamento de dados entre a Segurança Social as Finanças, o cruzamento de dados entre o Centros de Emprego e a Segurança Social, etc.
Tal como a reforma da Justiça. Os resultados da diminuição dad férias judiciais é quase nulo, mas a simplificação no processo civil e no processo fiscal e tributário tem a judado muito.
Nas finanças (as eleitas deste governo)os resultados têm sido até bastante bons: maior eficácia fiscal, o combate à fuga de capitais e à fraude ao fisco, o controlo das contas públicas, a criação dos auditores de contas em cada ministério.
Mas se era para falar em coisas feitas tavamos aqui o resto do dia todo, mas é pena que nem todas elas sejam boas. O aparato com que cada é apresentada tranpõe para a opinião pública a sensação que este governo, bem faz muito, ora eu digo que planeia muito, planeia, mas não faz tudo o que diz que vai fazer, porque se fizesse, e fizesse a tempo e horas estavamos nós bem. E o pior é que também não faz não faz tudo bem, tanto não faz que os resultados urgem e urgem, mas elees, os safados, não aparecem.
Há problemas que só se resolvem com medidas concretas e incisivas, não com mera propaganda. Ah, e com diálogo também!
Parece que falei um pouco mal outra, mas já lá diziam, "não é fácil falar bem, tal como não é fácil falar mal".

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